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Ambiente de teste

Julho 30, 2007

O ambiente de teste tem relação direta com a estratégia de teste a ser adotada, e deve ser pensado já na fase inicial do projeto de teste. Não se trata apenas da configuração de hardware mas todo a estrutura onde o teste será executado, muitas vezes compreende a similaridade com o ambiente que usuário terá para utilizar o software em questão. E ainda prever possíveis problemas que poderão ocorrer em produção.
Elementos como massa de testes, modelo de dados, configuração dos softwares usados, tipo de teste, técnicas de teste também deverão ser considerados para a criação desse ambiente.

Ao longo dessa semana estaremos falando sobre isso, dando maiores detalhes nas considerações para a criação de um ambiente.

Carine Roza

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Falha, Erro ou Defeito?

Junho 24, 2007

Palavras tipicamente usadas em qualidade como sinônimos, possuem conceitos distintos. A comunidade acadêmica tem se ocupado em defini-los de forma mais clara, como nos artigos de Laprie [2], Anderson [1] e Weber [3]. Segundo estes autores, uma falha (fault) ocorre no nível mais baixo de hardware (por exemplo, uma flutuação na fonte de alimentação) ou em uma linha de código (a troca de um “>=” por um “>”). Assim, as falhas estão associadas ao universo físico.

Uma falha poderá gerar um erro. O erro (error) é a representação da falha no universo da informação. Temos um erro quando, por conseqüência de uma falha, a informação for corrompida. Quando um estado pode levar à ocorrência de um defeito, pode-se dizer que o sistema está em estado de erro.

O defeito (failure) é um desvio na especificação, e ocorre em conseqüência de um erro. Nesta etapa, o sistema já está em estado errôneo, a informação já está corrompida e conseqüentemente irá gerar um defeito. O defeito é percebido pelo usuário, por isso os defeitos estão associados ao universo do usuário.

Uma falha não necessariamente leva a um estado de erro, pois a linha de código com falha pode nunca ser executada. Um erro também não necessariamente leva a um estado de defeito, pois talvez uma informação nunca seja usada.

Modelo de três universos

Modelo de três universos. [4]

[1] ANDERSON, T.; LEE, P. A. Fault tolerance – principles and practice. Englewood Cliffs, Prentice-Hall, 1981.
[2] LAPRIE, J. C. Dependable computing and fault-tolerance: concepts and terminology. In: Annual International Symposium on Fault Tolerant Computing, 15. Ann Arbor, jun. 19-21, 1985. Proceedings. New York, IEEE, 1985. p. 2-11.
[3] Weber, T.; Jansch-Pôrto, I.; Weber, R. Fundamentos de tolerância a falhas. Vitória: SBC/UFES, 1990. (apostila preparada para o IX JAI – Jornada de Atualização em Informática, no X Congresso da Sociedade Brasileira de Computação).
[4] Weber, T. Tolerância a falhas: conceitos e exemplos. (Programa de Pós-Graduação em Computação – Instituto de Informática – UFRGS)

by Rodrigo Wesz

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Hello world!

Maio 3, 2007

“In god we trust. Everything else we test…”

Com essa frase célebre estamos dando início ao nosso blog, e para quem ainda não captou nossa mensagem trataremos aqui de assuntos ligados a área de testes de software. Esperamos contribuir e receber contribuições!

Carine Roza, Rodrigo Martins, Rodrigo Wesz